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Entre os dias 9 e 11 de Setembro o CEA ISCTE/IUL e o CEAUP organizam
o 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA7) no ISCTE/IUL em Lisboa.

Apresentação

Como olha a África o seu passado, como se vê no presente, e como imagina o futuro? Mais do que procurar saber se existiram ou existem concepções específicas africanas do tempo histórico, o CIEA7 propõe-se analisar os termos através dos quais se forma hoje um imaginário africano que, reportando-se a uma visão do passado e às dinâmicas do presente, busca construir imagens do futuro que transcendam as identidades particulares das sociedades e nações do continente, e avaliar as suas variações regionais, políticas e religiosas.

Passados cinquenta anos sobre a independência da maioria dos países africanos, o continente encara hoje um conjunto de novas possibilidades de diálogo internacional que não apenas abala fortemente os pressupostos do seu relacionamento histórico com os seus antigos países colonizadores mas a natureza e variedade intrínsecas do património cultural das suas variadas sociedades.

Urge assim confrontar as respostas inovadoras que as diversas sociedades africanas têm gerado aos desafios da mundialização comercial, política e cultural, e aos complexos cenários de crise económica, ambiental e energética que afectam toda a humanidade. Estas respostas, assim como a releitura que elas requerem do passado, estão na base de profundas recomposições identitárias que têm revelado as fragilidades das tentativas de aplicação de modelos sociais e estatais de proveniência europeia e americana.

Para os três plenários previstos, a comissão executiva considera importante definir um conjunto de temas concretos centrados nas transformações recentes da historiografia africana, na análise das dinâmicas contemporâneas dos Estados africanos, e nas percepções diversas do futuro do continente.

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Programa

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Programa (PDF, 266Kb)

Edições Anteriores

Texto publicado originalmente em castelhano:

Jordi Tomàs e Albert Farré, “Los congresos ibéricos de estudios africanos”, in Documentos CIDOB. Desarrollo y Cooperación; 4. Los estudios africanos en España: Balance y perspectivas, Barcelona, Março de 2009, pp.55-59.

Após seis edições, os congressos de estudos africanos do mundo ibérico tornaram-se, sem dúvida, o principal encontro científico a reunir espanhóis e portugueses que conduzem investigação sobre África e sua diáspora. Este tipo de congresso, primeiro denominado Congresso de Estudos Africanos no Mundo Ibérico, é organizado a cada vez por um centro de estudos africanos diferente, alternando entre centros espanhóis e portugueses. Tem a particularidade de reunir especialistas das mais diversas áreas disciplinares: historiadores, economistas, antropólogos, sociólogos, filólogos, etc.

O primeiro congresso de estudos africanos da Península Ibérica realizou-se em 1991, acolhido pelo Colegio Mayor Universitário Nuestra Señora de África, em Madrid. A ideia surgiu, sobretudo, de dois historiadores amplamente conhecidos entre os africanistas do mundo ibérico: a portuguesa Isabel Castro Henriques (professora na Universidade de Lisboa) e o catalão Ferran Iniesta (professor na Universitat de Barcelona), cuja iniciativa contou com o grande apoio de Eduardo de Sousa Ferreira, professor da Universidade Técnica de Lisboa e especialista no colonialismo português em África. O grande objectivo dos organizadores do primeiro Congresso Ibérico foi reunir africanistas de todas as comunidades da península ibérica para que dessem a conhecer os seus trabalhos de investigação sobre África.

Nesse primeiro Congresso, combinaram-se duas linhas de estudos africanos. Uma era herdeira dos antigos estudos forjados sob os regimes totalitários de Portugal e Espanha. A outra surgiu com a nova geração de jovens investigadores, sob a batuta renovadora de Castro Henriques, Iniesta, entre outros. A primeira linha abarcava um vasto leque de sensibilidades, desde o olhar colonial ao científico. Já a partir da outra linha, jovens investigadores começaram a observar o continente africano sob um olhar diferente, caracterizado pela oposição à inércia colonial ainda existente em ambos os países. Alguns dos estudantes que ali deram a conhecer as suas investigações pela primeira vez, ensinam hoje estudos africanos em diferentes universidades. Sem dúvida, este congresso reflectiu o impulso trazido por muitos dos estudantes da cidade de Barcelona, onde pouco antes tinha sido fundado o Centre d’Estudis Africans (CEA) e onde havia sido editado o primeiro número da revista Studia Africana em 1990.

A segunda edição do Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA) realizou-se novamente em Madrid, entre os dias 15 e 17 de Setembro de 1999, tomando como título “África hacia el siglo XXI” (“África para o século XXI”). Francisco Javier Peñas e, novamente, Ferran Iniesta dirigiram esta segunda edição do CIEA. O comité organizador do Congresso ficou a cargo da Asociación Española de Africanistas (AEA); do Agrupament perl a Recerca i Docência d’Àfrica (ARDA); da Universidade de Lisboa; do Centro de Estudos Africanos do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), também de Lisboa; e do Colegio Mayor Nuestra Señora de Africa.

O Congresso marcou a chegada de muitos estudiosos de África vindos de diversas universidades de Madrid – com a crucial incorporação do GEA, Grupo de Estudos Africanos –, onde já se haviam consolidado as iniciativas sobre estudos africanos. Nesta ocasião publicaram-se as actas na Casa de África/Sial Ediciones, com 43 comunicações apresentadas no Congresso. Este encontro representou um avanço nas relações entre os diferentes centros ibéricos de estudos africanos. Apesar de a sede do Congresso ter sido em Madrid, a sua organização científica foi compartilhada entre diferentes centros, especialmente através da rede ARDA/RIDA. Este tipo de relação e esta forma de organização foi sendo consolidada nos sucessivos congressos, fortalecendo assim uma rede de centros africanistas cada vez mais dinâmica.

Dois anos depois, Lisboa assumiu a organização da terceira edição entre os dias 11 e 13 de Dezembro de 2001, com o apoio de diferentes entidades públicas portuguesas (Instituto de Cooperação Portuguesa, Fundação para a Ciência e a Tecnologia) e de diferentes centros de estudos africanos (RIUEA, Rede Inter-Universitária de Estudos Africanos, e CEA-FLUL, centro de Estudos Africanos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). O Congresso, realizado na sede da Fundação Calouste Gulbenkian, teve como título “Novas relações com África: que perspectivas?”. Neste Congresso, foram apresentadas múltiplas investigações em curso. Ainda assim, uma das principais linhas de interesse radicou nas novas formas de cooperação – tomada num sentido amplo – que se podem estabelecer entre Europa e África. Isabel Castro Henriques, que dez anos antes havia impulsionado o primeiro congresso, foi directora, bem como coordenadora das Actas, que se publicaram em 2003, pela Editora Vulgata (Lisboa), contando com quase quarenta comunicações.

Em Janeiro de 2004 chegava a vez de Barcelona. De facto, a presença de Barcelona e da Catalunha era evidente desde o primeiro congresso, em 1991. O presidente foi Ferran Iniesta que havia impulsionado os Congressos anteriores. A direcção científica ficou a cargo de Alberto López Bargados (professor na Universitat de Barcelona) e de Albert Roca (professor na Universitat de Lleida), enquanto a coordenação foi levada a cabo por Jordi Benet, Joan Gimeno e Jordi Tomàs. O Congresso foi organizado por LISA (Laboratori per a la Investigació de les Societats Africanes) e pela Generalitat de Catalunya. ARDA/RIDA ficou encarregue da direcção científica. Seguindo na linha dos congressos precedentes, a quarta edição do Congresso Ibérico de Estudos Africanos centrou o seu interesse nos valores africanos e tentou rebater e oferecer alternativas à tendência afro-pessimista que havia ganho importância desde há algumas décadas em centros de opinião conceituados que se dedicam ao continente africano. Por esta razão, intitulou-se o congresso de “Africa camina” (“África caminha”). O Congresso, que foi complementado por várias actividades paralelas (ciclo de cinema de Luc de Heusch; conferências de escritores africanos; exposição de obras de arte; actividades sobre a Guiné Equatorial; etc.), recebeu o apoio de mais de trinta instituições públicas, entidades ou empresas vinculadas ao continente africano. Entre público e oradores estiveram cerca de quatrocentos participantes, vindos de mais de cinquenta países, entre os quais havia uma ampla presença de estudiosos e políticos africanos. Nas Actas do Congresso publicaram-se, em versão digital, mais de sessenta comunicações.

Dois anos depois, em Maio de 2006, foi a vez de uma universidade portuguesa: o 5º Congresso de Estudos Africanos do Mundo Ibérico foi organizado pela Universidade da Beira Interior, na Covilhã. Reuniu mais de uma centena de especialistas em temas africanos. O Congresso teve o patrocínio de várias entidades como a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), ou a Fundação Calouste Gulbenkian. Houve uma forte presença de oradores originários de países africanos de língua portuguesa – Moçambique, Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Cabo-Verde. O Congresso foi dirigido pelo Dr. José Carlos Venâncio e coordenado por Ana Lúcia Sá. As actas surgiram em 2008, em formato digital, e contaram com mais de quarenta comunicações. O Congresso da Covilhã – tal como havia sucedido com o de Barcelona – significou uma descentralização dos congressos de estudos africanos, dando lugar à entrada em cena de universidades e de centros de estudos africanos situados fora das duas capitais estatais do mundo ibérico. Significou, também, o fortalecimento das relações académicas entre várias gerações de investigadores espanhóis e portugueses.

Em Maio de 2008 foi a vez de Las Palmas de Gran Canaria, cidade onde existe um centro de estudos africanos assim como a sede de La Casa África (A Casa de África), inaugurada em 2007. O congresso foi organizado pela Universidade de las Palmas de Gran Canaria com o apoio do Cabildo de Gran Canaria – Dirección General de Relaciones con África e La Casa África. O Congresso contou com a participação de mais de uma dezena de instituições e entidades públicas e privadas. Dirigido por Germán Santana Pérez, o secretariado esteve a cargo de Luísa Toledo, e a comissão organizadora foi completada por Juan Manuel Brito, Juan Jaime Martínez, Albert Farré e Jordi Tomàs. Como acontecera nos congressos anteriores, este contou com uma grande comissão científica, de cerca de vinte especialistas representantes da maior parte dos centros de estudos africanos de Espanha e Portugal. O congresso, intitulado “Africa: puentes, conexiones e intercambios”, dedicou especial atenção à especificidade insular africana, assim como a questões que cada vez mais definem a relação entre as ilhas Canárias e o continente africano: as relações comerciais e a imigração. O evento contou com a presença de quase duzentas pessoas.

Sessões Plenárias

1ª Sessão: História Colonial e Preparação das Independências

Durante 50 anos, o ano de 1960 foi tratado por historiadores e políticos como uma ruptura fundamental, que redefiniu completamente as relações entre sociedades africanas e as antigas metrópoles. São relativamente recentes as tentativas de entender  a descolonização como um processo com muitas continuidades, que promoveu a emergência de redes afro-europeias – oficiais e informais - e cuja fase principal, entre 1945 e 1960 (ou 1975 no caso do império português) mudou a composição das elites locais e territoriais. Atitudes e experiências alteraram-se com o objectivo de participar em diferentes princípios políticos, inclusive na valorização (ou não) de princípios democráticos e participativos. Além disso, os quinze (ou trinta) anos do período final do estado colonial viram mudanças essenciais nas instituições das sociedades ‘tradicionais’ (sem testemunharem o seu desaparecimento), e a introdução de estruturas ‘modernas’ de transformação das economias regionais.

2ª Sessão: Estado Africano em Debate

O Estado africano enfrenta, 50 anos depois das independências, novos desafios no quadro local e global. Localmente as novas exigências passaram pela democratização imposta nos últimos 20 anos, uma maior descentralização do poder e a liberalização dos mercados. Os modelos de estado em Africa são diversos e obedecem a lógicas locais de poder que interessa questionar. Entre os estados considerados modelos de democracia e aqueles governados por oligarquias, entre os que se confrontam com a contestação interna e externa e os que se debatem com conflitos acentuados nas últimas décadas, entre os estados frágeis e as potências regionais, desenham-se as múltiplas expressões do Estado em Africa. Esta sessão convida à reflexão sobre o papel das instituições internacionais e de chamada “nova ordem moral” de acesso aos financiamentos externos na construção do Estado africano; os conflitos em África e os processos de construção e manutenção da paz; os processos de descentralização em África e a intervenção local do Estado; os planos de desenvolvimento originados tanto na Europa/EUA e nos países islâmicos, como através da cooperação Sul-Sul; a sobrevivência económica dos Estados africanos; o papel das soluções económicas locais na sobrevivência das populações; a influência das diásporas na construção do Estado; a inserção dos estados africanos na nova ordem internacional, considerando os recentes actores em jogo (Brasil, Índia e China entre outros) e a política iniciada pela administração Obama; a relação entre os estados Africanos e os estados Europeus.

3ª Sessão: Modernidades Africanas

África é habitualmente apresentada como um continente onde fracassam todos os modelos de desenvolvimento impostos do exterior. Esta afirmação é válida sobretudo para os projectos desenhados sem ter em consideração as características locais. Mas um olhar de proximidade revela o enorme dinamismo das sociedades africanas e a capacidade demonstrada tanto por indivíduos como grupos para combinar elementos exógenos e endógenos em inúmeras estratégias que escapam a categorizações superficiais. Esta criatividade é expressa em todos os âmbitos desde o campo da saúde, das migrações, do comércio, da juventude, das TIC's, das reconfigurações sócio políticas e religiosas. Trata-se de uma bricolage local que permite às sociedades africanas adaptarem-se aos novos contextos enquanto mantêm vivas as suas tradições, originando uma tensão que desafia os limites das noções habituais de modernindade em Africa. Nesta sessão convida-se à reflexão em torno das múltiplas expressões da criativividade e modernidade em África.

Painéis

#1 Guardianes de la Historia y de la Memoria: ‘Tradiciones’, Colecciones y otras manifestaciones (in)materiales del período colonial

#2 O desporto nos países africanos: entre as práticas coloniais e os projectos de modernidade

#3 Una Africa Movediza, Sociabilidad y Planificación en las Ciudades Africanas

#4 The suffering of migrants and refugees of/in Africa and their caregivers: new models, new practices, new actors

#5 Redes e Estratégias Familiares na África Contemporânea – Novos contextos, novas respostas?

#6 (Counter-)Memories of colonialism: remembrance, resistance and transference in anti-colonial African narratives

#7 Modernidades, Marginalização e Violência: estratégias de sobrevivencia e afirmação dos jovens em Cabo Verde e Guiné-Bissau

#8 Políticas públicas em educação e formação. A colaboração entre o Estado e a sociedade civil

#9 Islas del Atlántico Africano, Instituciones y su Proyección futura

#10 As bibliotecas no desenvolvimento dos estudos africanos/Os estudos africanos no desenvolvimento das bibliotecas africanistas: novos problemas e novos desafios

#11 Equidad de Genero: desarrollo y cooperación

#13 Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe: Luta pela libertação, descolonização e construção do Estado independente

#15 State Power betwixt and between Modernity and Tradition in Southern Africa. Decentralisation and Governance of Land and Natural Resources

#16 Reconfigurações Políticas e Actores Sociais, em Espaços Rurais Africanos

#17 Discursos postcoloniales entorno a África

#18 Vidas Transnacionais: África/Península Ibérica

#19 A dimensão social e cultural da Guerra Colonial em África: Angola, Guiné‐Bissau e Moçambique (1961‐1974)

#20 Políticas de salud y sus implicaciones hacia África

#21 Literaturas africanas entre tradiciones y modernidades

#22 Migration – Food – Security. Flows, dynamics and turbulences in African agrarian societies

#23 O poder religioso de África: devoções e emigrações africanas

#24 Desarrollo rural

#25 Migraciones y diaspora

#26 Modernidades y media

#27 Impacto da formação e cooperação ao nível do ensino superior nas dinâmicas africanas contemporâneas

#28 State, Institutions and Market Reforms in Africa

#29 Conflicto social y sistemas jurídicos consuetudinarios africanos: la redefinición constante de la tradición

#30 Rum, Rumpi e Le: sob o fogo cruzado da intolerância religiosa na contemporaneidade

#31 The Golden Jubilee (1960-2010) of Nigeria’s Independence: An Analysis of Political Leaders and Followers

#32 Explotación de recursos naturales y desarrollo en África: ¿un nuevo reparto o maldición de los recursos?

#34 Os Entraves à Construção e Consolidação do Estado na Guiné-Bissau

#35 Estado e sociedades africanas perante o nexo segurança e desenvolvimento

#36 Continuities and ruptures in the study of African contexts: a place for the history of the present

#37 Economia urbana de subsistência: processos de organização e representação

#38 Dilemmas of African Modernity and Their Theoretical Challenges

#39 The role of regional and international actors in the conflict resolution process in Africa and Insights from the Horn of Africa

#40 Pluralismo medico: perspectivas utilitarias en la interacción entre medicinas en África

#41 Sobre la vigencia de la frontera africana: identidades locales y transciudadanías

#42 Línguas crioulas de base portuguesa na África

Inscrição

Calendário

Fase 1: De 10 de Maio a 14 de Julho

Fase 2: 15 de Julho a 20 de Agosto – acresce 30,00€

Inscrição tardia: depois de 20 de Agosto – acresce 60,00€ ao valor inicial

Taxas de Inscrição

À excepção dos casos em que a participação está isenta de taxa, o processo de inscrição só estará concluído após comprovação do pagamento. Por isso, as seguintes fases e respectivos valores são válidos para o momento em que é efectuado o pagamento.

Tipo de inscrição Fase 1 Fase 2 Tardia
A - Coordenador de painel isento isento isento
B - Orador 50,00€ 80,00€ 110,00€
C - Estudantes/investigadores africanos 35,00€ 35,00€ 35,00€
D - Estudantes 35,00€ 65,00€ 95,00€
E - Outros 80,00€ 110,00€ 140,00€

AVISO: a taxa de inscrição não será restituída nos casos de desistência após 15 de Agosto

ATENÇÃO - ao proceder à sua inscrição no CIEA7, tenha em atenção o seguinte:

  1. O valor da inscrição inclui:

    • almoços para os 3 dias do Congresso
    • saco com materiais CIEA7

    No caso de alguma restrição alimentar, por favor informe o secretariado do Congresso através deste endereço: vii.congresso.estudos.africanos@gmail.com.

  2. Os coordenadores de painéis temáticos estão isentos de taxa de participação. Devem, ainda assim, completar o processo de inscrição.

  3. Participantes com comunicação aceite (oradores):

    • Não africanos e não estudantes, categoria B;
    • Residentes e/ou cidadãos de países africanos, categoria C;
    • Alunos do ensino superior, ver ponto seguinte.

  4. Todos os participantes, com ou sem comunicação, que estejam matriculados em programas de licenciatura, mestrado ou doutoramento, têm direito ao desconto para estudantes (categoria D).

  5. No caso de múltipla participação:

    • Coordenadores que sejam também oradores e/ou coordenem dois painéis estão isentos de taxa. Na ficha de inscrição devem indicar todas as formas de participação;
    • Oradores que apresentem comunicações em duas sessão pagam apenas uma taxa. Na ficha de inscrição devem indicar os dois painéis em que participam.

  6. Participantes sem comunicação (audiência) cabem nas categorias C, D ou E.

 

Eventos

 

Alojamento

Preços especiais para participantes, ao abrigo de acordo estabelecido com o 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos. Uma vez que Setembro é ainda época alta para o turismo de Lisboa, aconselhamos que a reserva seja feita antes de Agosto.

Hotéis

Hotel Gat Rossio

http://www.gatroomspt.com/en/hotel-gat-rossio/h4/

Capacidade: Lotado para os 3 dias do congresso

Preços
Individual: €65,00 a €70,00 (inclui pequeno-almoço)
Duplo: €75,00 a €80,00 (inclui pequeno-almoço)

Rua Jardim do Regedor, nº27-35/Travessa do Forno, nº9-13, Lisboa
Tel.: +351 213478300
hotelgatrossio@gatrooms.com

Obs.: as reservas são feitas por e-mail, referindo a participação no 7º Congresso de Estudos Africanos. Os preços mínimos correspondem a reservas sem reembolso; os máximos referem preços com possibilidade de reembolso, em caso de desistência até 24h antes da chegada.

Acessibilidades:
Metro Restauradores, linha azul até Marquês de Pombal; Marquês de Pombal trocar para linha amarela – saída Entrecampos.

****SANA Metropolitan

http://www.sanahotels.com

Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

Preços
Ocupação single: €74,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)
Ocupação dupla: €79,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)

Rua Soeiro Pereira Gomes, Parcela 2, 1600-198 Lisboa
Tel.: +351 217982502
E-mail: ge.metropolitan@sanahotels.com

Obs.: Os participantes deverão contactar directamente o Hotel, para efectuarem a sua reserva. O Hotel providencia formulários de registo que deverão ser enviados para o departamento de grupos do Hotel, sujeitos a disponibilidade.

Acessibilidades:
A pé, cerca de 15 minutos.

Hotel Embaixador

www.hotelembaixadorlisboa.com

Capacidade: Lotado para os 3 dias do congresso

Preços
Quarto individual: €56,00/noite/quarto (inclui pequeno-almoço)
Quarto duplo: €62,00/noite/quarto (inclui pequeno-almoço)

Av. Duque de Loulé, 73, 1050-088 Lisboa
Tel.: +351 213194000
E-mail: reservas@hotelembaixador.com

Obs.: as reservas são feitas por e-mail, referindo a participação no 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos. O pagamento é directo ao Hotel e as reservas são garantidas com cartão de crédito.

Acessibilidades:
Metro Marquês de Pombal, linha amarela – saída Entrecampos.

Radisson Blu Hotel Lisboa

http://www.radissonblu.com/hotel-lisbon

Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

Preços
Single: €85,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)
Duplo: €95,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)

Avenida Marechal Craveiro Lopes 390, 1749-009 Lisboa
Tel.: +351 210046046
E-mail: csilva@grupo-continental.com, clara@grupo-continental.com, susanafigueiredo@continentalhotels.eu

Obs.: as reservas são feitas por e-mail, referindo a participação no 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos. Será facultado um formulário que, depois de preenchido, deverá ser enviado para o departamento de vendas do hotel. Será também pedido um cartão de crédito, para garantir a reserva.

Acessibilidades:
A pé, cerca de 25 minutos.
Metro Campo Grande, linha amarela – saída Entrecampos

****Hotel Lutécia

http://www.luteciahotel.com

Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

Preços
Quarto City Single BB: €60,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)
Quarto City Duplo BB: €70,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)
Cama extra: €30,00

Avenida Frei Miguel Contreiras, n.52, 1749-086 Lisboa
Tel.: +351 218411300
E-mail: sales@luteciahotel.com

Obs.:

  • As reservas são feitas on-line: www.luteciahotel.com
  • No campo reservas colocar a data pretendida (datas com tarifa especial 9/10 Setembro)
  • No campo “IATA”, colocar o código especial criado para o Congresso: CIEA72010
  • Efectuar a reserva.

Acessibilidades:
A pé, cerca de 30 minutos.
Metro Roma, linha verde até Alameda;  em Alameda trocar para linha vermelha até Saldanha; Saldanha trocar para linha amarela – saída Entrecampos.

América Diamond’s Hotel

http://www.americadiamondshotel.com/

Capacidade: Lotado para os 3 dias do congresso

Preços
Individual: €60,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)
Duplo: €70,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)

Rua Tomás Ribeiro 47, 1050-226 Lisboa
Tel.: +351 213521177
E-mail: comercial@americadiamondshotel.com

Obs.: as reservas são feitas por e-mail, fornecendo a referência “ISCTE TARIFF” e o número do cartão de crédito, para garantia.

Acessibilidades:
Metro Picoas, linha amarela – saída Entrecampos.

Grupo Hóteis VIP

http://viphotels.com

As reservas são feitas por e-mail, fornecendo as seguintes informações:

****VIP Executive Villa Rica

http://www.viphotels.com/en/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveVillaRica/OHotel.aspx

Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

Preços
Individual: €80,00 (inclui pequeno-almoço)
Duplo/twin: €90,00 (inclui pequeno-almoço)

Avenida 5 de Outubro, 295, 1600-035 Lisboa
Tel.: +351 210043000
E-mail: hotelvillarica@viphotels.com

Acessibilidades:
A pé, cerca de 10 minutos.

****VIP Executive Madrid

http://www.viphotels.com/en/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveMadrid/OHotel.aspx

Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

Preços
Single: €60,00 (inclui pequeno-almoço)
Duplo/twin: €70,00 (inclui pequeno-almoço)

Rua Conde Redondo, 24, 1150-106 Lisboa
Tel.: +351 213191760
E-mail: hotelmadrid@viphotels.com

Acessibilidades:
Metro Marquês de Pombal, linha amarela – saída Entrecampos.

****VIP Executive Diplomático

http://www.viphotels.com/en/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveDiplomatico/OHotel.aspx

Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

Preços
Single: €72,00 (inclui pequeno-almoço)
Duplo/twin: €79,00 (inclui pequeno-almoço)

Rua Castilho, nº74, 1250-071 Lisboa
Tel.: +351 213839020
E-mail: hoteldiplomatico@viphotels.com

Acessibilidades:
Metro Marquês de Pombal, linha amarela – saída Entrecampos.

***Hotel VIP Executive Zurique

http://www.viphotels.com/pt/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveZurique/OHotel.aspx

Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

Preços
Individual: €65,00 (inclui pequeno-almoço)
Duplo/twin: €70,00 (inclui pequeno-almoço)

Rua Ivone Silva, nº18, 1050-124 Lisboa
Tel.: +351 217814000

Acessibilidades:
A pé, cerca de 20 minutos.

****Aparthotel VIP Executive Suites do Marquês

http://www.viphotels.com/pt/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveSuitesMarques/OHotel.aspx

Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

Preços
Estúdio (individual): €63,00 (inclui pequeno-almoço)
Estúdio (duplo/twin): €73,00 (inclui pequeno-almoço)

Av. Duque de Loulé, 45, 1050-086 Lisboa
Tel.: +351 213510480
E-mail: suitesdomarques@viphotels.com

Acessibilidades:
Metro Marquês de Pombal, linha amarela – saída Entrecampos.

***VIP Executive Barcelona

http://www.viphotels.com/pt/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveBarcelona/OHotel.aspx

Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

Preços
Single: €70,00 (inclui pequeno-almoço)
Duplo/twin: €78,50 (inclui pequeno-almoço)

Rua Laura Alves, 10, 1050-138 Lisboa
Tel.: +351 217954273
E-mail: hotelbarcelona@viphotels.com

Acessibilidades:
A pé, cerca de 20 minutos.
Metro Campo Pequeno, linha amarela – saída Entrecampos.

Hostels

Lisboa é conhecida pelos seus hostels de elevada qualidade, aos quais têm sido atribuídos vários prémios internacionais. Antes de fazer a sua reserva, tenha em atenção que os hóspedes partilham, na maior parte das vezes, dormitórios e casas de banho. Mais uma vez, recomendamos que faça a sua reserva antes de Agosto, pois Setembro é ainda época alta, também para os hostels lisboetas.

Shiado Hostel

http://www.shiadohostel.com/

Preços: entre 21,00€ e 60,00€ - oferta 10% de desconto para participantes do Congresso
Capacidade: 36 camas
Rua Anchieta 5 – 3, 1200-023 Lisbon
Tel +351 213429227
Shiado.hostel@gmail.com

Obs.: as reservas são feitas on-line, escrevendo nas notas "7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos - 10% desconto". Alternativamente, podem ser feitas por e-mail, o que implica um depósito no valor da primeira noite, como garantia.

Acessibilidades:
Metro Baixa-Chiado, linha azul até Marquês de Pombal; Marquês de Pombal trocar para linha amarela – saída Entrecampos.

Alfama Pátio Hostel

www.flashhostel.com

Preços: €17,00/pessoa/noite
Capacidade: 40-45 camas

Escolas Gerais, 3, Pátio dos Quintalinhos 1, 1100-213 Lisbon
tel/fax 00351 21 888 3127
alfamapatio@flashhostel.com

Obs.: A reserva deve ser feita por e-mail, mencionando participação no 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA7), para que seja confirmada a disponibilidade de quartos. Serão também pedidos dados do cartão de crédito, para pagamento dos 10% de reserva (os restantes 90% são pagos à chegada).

Acessibilidades:
Metro Santa Apolónia, linha azul até Marquês de Pombal; Marquês de Pombal trocar para linha amarela – saída Entrecampos.

Lisboa Central Hostel

http://www.lisboacentralhostel.com/

Preços: €21,00 a €30,00 – oferta de 10% de desconto para participantes no Congresso
Capacidade: 26 camas

Rua Rodrigues Sampaio, nº160, 2810-206 Lisboa
tel/fax +351 309 881 038
bookings@lisboacentralhostel.com
global@lisboacentralhostel.com

Obs.: A reserva deve ser feita por e-mail, mencionando participação no 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA7), para que seja confirmada a disponibilidade de quartos.

Acessibilidades:
Metro Marquês de Pombal, linha amarela – saída Entrecampos.

Lisbon Calling Hostel

http://www.lisboncalling.net/

Preços: €18 para participantes (válido para 1-31 Setembro)
Capacidade: 24 camas

Rua de São Paulo nº 126, 3ºdireito, 1200 Lisboa
tel +351 213432381
info@lisboncalling.net

Obs.: A reserva deve ser feita por e-mail, mencionando participação no 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA7), para que seja confirmada a disponibilidade de quartos.

Acessibilidades:
Metro Cais do Sodré, linha verde até Campo Grande; Campo Grande trocar para linha amarela – saída Entrecampos.

Mapa


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Organização

Comissão Organizadora

Comissão Científica

Oportunidades de Patrocínio

A Comissão Organizadora do 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos oferece-lhe várias oportunidades para aumentar a visibilidade da sua instituição e dos seus produtos, junto de delegados de todo o mundo que estarão reunidos para partilhar o que de mais recente se tem trabalhado na área dos Estudos Africanos.

Tipo
Preço
Folheto para inclusão no saco dos delegados
(até 4 páginas)
200,00€ + IVA
Brochura para inclusão no saco dos delegados
(até 25 páginas)
350,00€ + IVA
Anúncio no programa final (½ página)
300,00€ + IVA
Anúncio no programa final (página inteira)
450,00€ + IVA
Stand (roll up+banca) 0,35/1,25 metros 1.000,00€ + IVA
Stand (roll up+banca) 2,10/1,50 metros 2.500,00€ + IVA
Stand (roll up+banca) 3,00/2,50 metros 5.000,00€ + IVA

Todos os patrocinadores com stand terão o seu logótipo incluído no site, no programa do Congresso e noutros materiais de divulgação.

Os preços estão em euros, por unidade/serviço e incluem os serviços descritos. Os preços não incluem serviços de arte final, transporte, envio, tratamento personalizado ou qualquer outra despesa não mencionada.

Para outras oportunidades de patrocínio, por favor contacte o secretariado do CIEA7: vii.congresso.estudos.africanos@gmail.com

Contactos

CEA/ISCTE-IUL
Av. das Forças Armadas
Edifício ISCTE, Sala 2N17
1649-026 Lisboa - Portugal

Tel: +351 217 903 067
Fax: +351 217 955 361
URL: http://cea.iscte.pt
Email: cea@iscte.pt

Qualquer assunto relativo ao Congresso deve ser tratado com o Secretariado através deste endereço: vii.congresso.estudos.africanos@gmail.com